Sobre este episodio
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste domingo (31): O presidente Lula (PT) pediu para seus apoiadores de esquerda usarem as cores verde e amarelo durante a Copa do Mundo. No Rio de Janeiro, no lançamento do 'Tela Brasil' — streaming do governo federal —, o petista defendeu o resgate dos símbolos nacionais e afirmou que a esquerda precisa aprender a usar o casaco do Brasil para não deixar as cores serem tomadas por fascistas. O presidente Lula (PT) indicou o ex-governador Márcio França (PSB) para ser o candidato a vice na chapa de Fernando Haddad (PT) ao governo de São Paulo. A sinalização ocorreu durante uma reunião com o presidente do PSB, João Campos, mas a definição da vaga ao Senado segue travada por conta das disputas internas que envolvem também os nomes de Simone Tebet e Marina Silva. A morte precoce do fisiculturista e influenciador fitness Gabriel Ganley, de 22 anos, encontrado morto em sua casa em São Paulo, acendeu o alerta e reabriu as discussões sobre o uso de anabolizantes e os limites do esporte. No Congresso, propostas legislativas buscam regulamentar e trazer mais fiscalização para a prática do fisiculturismo no país. O professor de direito internacional da Escola Superior de Defesa, Alexandre Teixeira, analisou os impactos da decisão dos Estados Unidos de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. Ele descartou riscos de uma invasão militar, mas alertou que a inteligência norte-americana pode quebrar o sigilo e a privacidade de autoridades envolvidas com o crime organizado. As mudanças climáticas e condições meteorológicas extremas, como forte calor e tempestades, podem impactar o cronograma da Copa do Mundo de 2026. Realizado no meio do ano nos Estados Unidos, no Canadá e no México, o torneio enfrentará o verão no hemisfério norte. Especialistas alertam para riscos de adiamento de partidas e de desidratação para atletas e torcedores. O Gabinete de Segurança Institucional (GSI) abriu uma investigação após encontrar grampos telefônicos e escutas no gabinete do governador em exercício do Rio de Janeiro, Ricardo Couto. A varredura de rotina ocorreu no Palácio Guanabara e os equipamentos antigos passam por perícia para identificar quando foram instalados, em meio às profundas mudanças no governo estadual. O deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ) comentou dois temas que movimentam o debate político e econômico no país. Em relação à decisão dos Estados Unidos de classificar facções brasileiras como organizações terroristas, o parlamentar comemorou a medida e criticou a postura do governo federal, afirmando que a cooperação internacional poderá ampliar o combate ao crime organizado por meio de um maior cerco financeiro às organizações criminosas. Jordy também se posicionou contra a proposta de fim da escala 6x1. Segundo o deputado, a medida tem caráter populista e pode provocar impactos econômicos negativos, como aumento da inflação e do desemprego. O parlamentar defendeu um modelo de jornada baseado em horas efetivamente trabalhadas e remuneradas, argumentando que esse formato ampliaria a capacidade de negociação entre empregadores e trabalhadores. O professor de direito constitucional da UFF, Gustavo Sampaio, analisou a intenção do presidente Lula (PT) de indicar novamente Jorge Messias ao STF. O especialista explicou que, após a rejeição pelo Senado Federal, a nova indicação do advogado-geral da União pode travar em um cálculo político eleitoral, abrindo espaço para um cenário similar ao ocorrido na Suprema Corte dos EUA em 2016. Partidos governistas acionaram a PGR para pedir a investigação do senador Flávio Bolsonaro (PL) por suposta interferência nas relações internacionais do Brasil. A representação questiona a atuação do parlamentar nos Estados Unidos em reuniões que antecederam a classificação de facções brasileiras como organizações terroristas pelo governo americano. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices